terça-feira, 5 de abril de 2011

Surpresas.


Em tudo na vida se é necessário arriscar, em todos os momentos, a cada piscar.

Viver sem chorar é nunca ter experimentado o carinho de alguém lhe secar as lagrimas, sem sorrir é perder a chance de lhe retribuírem.

Fechar os olhos e se deixar levar, dar-se a chance de descobrir algo novo, novos sentimentos, bons momentos, acalentadores sonhos, um novo caminho para se andar.

Despertar em novas primaveras, para contemplar a natureza ensinar-nos que as coisas acontecem de formas diferentes a cada transcorrer de estação. As andorinhas não pousam nos mesmos lugares todos os verões e nem folhas amarelam iguais em todos os outonos.

Tudo sempre é novo, uma chance de surpresa.

Resta-nos se entregar a sermos escritores e não expectadores de nossas vidas.

Viver e viver, por querer e precisar.

Dar-me o prazer de dizer que vivi! Que tentei, que me empenhei em ser melhor.

Sabendo que posso sentir dor, mas tendo sempre a certeza de que busquei e lutei, tendo esperança enquanto respirar.. Digladiei contra meus medos para buscar novos horizontes. Pulei de olhos fechados em novos sonhos.

Fiz de cada respirar, uma certeza irrefutável de que tentei fazer valer a pena.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Viva o novo!


Enquanto o coração pulsar, enquanto os ponteiros não pararem, enquanto a brisa soprar, o sol se por e a lua se mostrar.

Existira o alento. A probabilidade de se ver o inusitado, novo.

Abelha que produz mel após encontrar a flor, estrela que cai do céu para pedidos ouvir.

Inverno que é frio, mas belo para se dar proteção. Verão que é quente e ensolarado trazendo bons tons para se passear.

Outono que nos presenteia com o vento perfumado, revelando que as cores estão chegando, dão ar de calma e tranqüilidade a vida.

Primavera que explode em cores, dá nomes a sonhos, nos enche de esperança e prazer.

Contemplar o que é naturalmente novo, as coisas que mudam e muitas vezes passam sem notarmos.

A chance de se viver algo bom, vislumbrar o novo.

Sem silêncios presos na garganta, sem sonhos guardados em gavetas, sem frases ditas pelas metades.

Poemas completos, novas harmonias, desfrutar do vento e jogar o cabelo ao ar. Sorrir aos pássaros.

Gritar ao mundo... Novos ares, novos sorrisos, novos olhares.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Hoje e Amanhã.

Quando se junta, a cor, a forma, textura, gosto, cheiro, pouco, forte, agora, para sempre.

Opostos completos, materialização de sentimentos, formas de sentir, modos de reinventar a vida.

Sempre um novo verso, assobiar para mais uma melodia, pássaros cantando anunciando que os raios dourados do astro sol, estão para novamente nascer.

O fruto que ontem caiu, hoje é semente, amanha uma árvore.

Pranto que hoje escorre no rosto por tristeza, no futuro serão lágrimas de felicidade.

Dia que hoje é quente, ao anoitecer é frio e naquele dia que virá depois de hoje, pode chover, pode ser que as flores sorriam ou suas pétalas caiam.

Tudo depois de agora, é novo, basta querer, acreditar, digladiar se preciso for, não se acomodar para provar a novidade do que é naturalmente novo.

Invente, crie, faça cada respirar valer a pena.

Não deixe que segundos passem em vão e que a vida escape pelas mãos.

Se hoje ou para sempre, ame.

Se em troca ou por gentileza, sorria.

Se por carinho ou por dor, abrace.

Se com medo ou por vontade, se entregue a descobrir algo.

Se querer e precisar... Viva!

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